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Sistemas de
visão industrial.

Inspeção visual humana cansa, varia entre turnos e não deixa registro. Visão de máquina inspeciona cem por cento das peças com o mesmo critério — e guarda a evidência de cada decisão.

Inspeção · identificação · controle de processo


Role para avançar as etapas
Etapa 01 / 07

O defeito que passa

Inspeção por amostragem, feita por pessoas diferentes em turnos diferentes. O critério muda, o cansaço pesa e o defeito que chega ao cliente sempre é o que ninguém viu.

Levantamento do defeito crítico
Etapa 02 / 07

Câmera e óptica escolhidas pelo problema

Resolução, distância de trabalho e lente saem do tamanho do detalhe a detectar e da velocidade da linha. Câmera cara com óptica errada não enxerga o que precisa.

Resolução · lente · distância
Etapa 03 / 07

Iluminação é metade do projeto

Backlight, campo escuro, difusa ou coaxial — a escolha define se o defeito aparece com contraste estável. Sem controle de luz ambiente, o sistema funciona de manhã e falha à tarde.

Iluminação controlada
Etapa 04 / 07

Campo de visão e posicionamento

Ajuste do enquadramento, do gatilho de captura e da sincronia com o movimento da linha. A peça precisa estar sempre na mesma posição relativa quando a imagem é feita.

Gatilho sincronizado
Etapa 05 / 07

Região de interesse e medição

Delimitação do que será avaliado e definição da medida — presença, dimensão, cor, posição ou leitura de código. Quanto mais específico o critério, mais estável o resultado.

ROI · medição · leitura de código
Etapa 06 / 07

Critério de aprovação acordado

Limites de aceitação definidos junto com a qualidade, com amostras reais de peça boa e ruim. É negociação técnica, não configuração de software.

Amostras boas e defeituosas
Etapa 07 / 07

Segregação e rastreabilidade

Sinal para o CLP acionar o rejeitor, contagem por tipo de defeito e imagem arquivada. O registro serve tanto para melhorar o processo quanto para responder ao cliente.

Integração com CLP · registro

Escopo

O que executamos nesta frente.

Viabilidade

Teste prévio com peças reais para confirmar que o defeito é detectável por imagem antes de qualquer proposta de sistema.

Especificação

Definição de câmera, lente, iluminação e montagem a partir do detalhe a detectar e da velocidade da linha.

Instalação

Montagem mecânica, fixação, proteção contra ambiente industrial e cabeamento.

Configuração

Ajuste de captura, região de interesse, ferramentas de medição e limites de aceitação com amostras reais.

Integração

Comunicação com CLP e acionamento de rejeitor, sinalização e contagem por tipo de defeito.

Fora do escopo

Desenvolvimento de algoritmo proprietário de visão e aplicações que exijam treinamento de modelo com base de imagens do cliente.

A parte que ninguém conta. A maior causa de fracasso em visão industrial não é a câmera — é a iluminação. Se não conseguirmos criar contraste estável entre a peça boa e a defeituosa, nenhum algoritmo resolve. Por isso o teste de viabilidade vem antes da proposta.

Próximo passo

Comece por um ponto de inspeção.

Levantamos o defeito que mais escapa, testamos a viabilidade óptica antes de orçar sistema e só então propomos. Se o defeito não for detectável por imagem, dizemos na hora.