O defeito que passa
Inspeção por amostragem, feita por pessoas diferentes em turnos diferentes. O critério muda, o cansaço pesa e o defeito que chega ao cliente sempre é o que ninguém viu.
Levantamento do defeito críticoInspeção visual humana cansa, varia entre turnos e não deixa registro. Visão de máquina inspeciona cem por cento das peças com o mesmo critério — e guarda a evidência de cada decisão.
Inspeção · identificação · controle de processo
Inspeção por amostragem, feita por pessoas diferentes em turnos diferentes. O critério muda, o cansaço pesa e o defeito que chega ao cliente sempre é o que ninguém viu.
Levantamento do defeito críticoResolução, distância de trabalho e lente saem do tamanho do detalhe a detectar e da velocidade da linha. Câmera cara com óptica errada não enxerga o que precisa.
Resolução · lente · distânciaBacklight, campo escuro, difusa ou coaxial — a escolha define se o defeito aparece com contraste estável. Sem controle de luz ambiente, o sistema funciona de manhã e falha à tarde.
Iluminação controladaAjuste do enquadramento, do gatilho de captura e da sincronia com o movimento da linha. A peça precisa estar sempre na mesma posição relativa quando a imagem é feita.
Gatilho sincronizadoDelimitação do que será avaliado e definição da medida — presença, dimensão, cor, posição ou leitura de código. Quanto mais específico o critério, mais estável o resultado.
ROI · medição · leitura de códigoLimites de aceitação definidos junto com a qualidade, com amostras reais de peça boa e ruim. É negociação técnica, não configuração de software.
Amostras boas e defeituosasSinal para o CLP acionar o rejeitor, contagem por tipo de defeito e imagem arquivada. O registro serve tanto para melhorar o processo quanto para responder ao cliente.
Integração com CLP · registroTeste prévio com peças reais para confirmar que o defeito é detectável por imagem antes de qualquer proposta de sistema.
Definição de câmera, lente, iluminação e montagem a partir do detalhe a detectar e da velocidade da linha.
Montagem mecânica, fixação, proteção contra ambiente industrial e cabeamento.
Ajuste de captura, região de interesse, ferramentas de medição e limites de aceitação com amostras reais.
Comunicação com CLP e acionamento de rejeitor, sinalização e contagem por tipo de defeito.
Desenvolvimento de algoritmo proprietário de visão e aplicações que exijam treinamento de modelo com base de imagens do cliente.
A parte que ninguém conta. A maior causa de fracasso em visão industrial não é a câmera — é a iluminação. Se não conseguirmos criar contraste estável entre a peça boa e a defeituosa, nenhum algoritmo resolve. Por isso o teste de viabilidade vem antes da proposta.
Levantamos o defeito que mais escapa, testamos a viabilidade óptica antes de orçar sistema e só então propomos. Se o defeito não for detectável por imagem, dizemos na hora.