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Automação de
máquinas industriais.

Máquina automatizada não é máquina com CLP. É processo que se repete igual, sinaliza quando desvia e permite intervir antes da perda. O projeto começa pela instrumentação — não pelo controlador.

Programação · integração · comissionamento · CREA


Role para avançar as etapas
Etapa 01 / 08

A máquina que depende do operador

Ciclo ajustado no olho, partida por botoeira, nenhuma medição do que está acontecendo. Funciona — até o operador experiente faltar, e aí a produção cai sem ninguém saber explicar por quê.

Levantamento do ciclo real
Etapa 02 / 08

Instrumentação antes de controlador

Sensor de posição, presença, temperatura ou pressão nos pontos que realmente definem o ciclo. Sem informação de campo confiável, o CLP só automatiza a imprecisão que já existia.

Sensores e transmissores
Etapa 03 / 08

Controlador dimensionado para o processo

CLP com cartões de entrada e saída compatíveis com o que a máquina exige hoje e com folga para o que vai ser acrescentado. Sobredimensionar custa caro; subdimensionar custa mais.

CLP · cartões de I/O
Etapa 04 / 08

Lógica que descreve o processo

Programa estruturado, com intertravamentos explícitos, tratamento de falha e sequência documentada. Programa que só o autor entende é passivo, não ativo.

Programa documentado
Etapa 05 / 08

Acionamento compatível com a carga

Inversor, partida suave, servo ou pneumática — a escolha vem do regime de trabalho, não do catálogo. Aqui é onde se ganha ou se perde vida útil de motor e de mecânica.

Inversor · servo · pneumática
Etapa 06 / 08

Interface que o operador entende

IHM com a informação que a operação precisa para decidir: estado, causa da parada, próximo passo. Tela cheia de dado bonito e inútil atrapalha mais do que ajuda.

IHM operacional
Etapa 07 / 08

Rede que conversa com o resto da planta

Integração entre controladores, acionamentos e supervisório por rede industrial — com endereçamento e documentação. É o que permite a coleta de dados vir depois sem refazer tudo.

Rede industrial documentada
Etapa 08 / 08

Comissionamento com critério de aceite

Testes de ciclo, de falha e de retomada, com critério acordado antes do início. A entrega inclui programa comentado, backup e descrição funcional — não só a máquina rodando no dia da visita.

Backup · descrição funcional

Escopo

O que executamos nesta frente.

Projeto

Arquitetura de automação, especificação de instrumentação, controlador e acionamento, e descrição funcional do ciclo.

Programação

Desenvolvimento de programa de CLP, telas de IHM e configuração de acionamentos, com código comentado e backup entregue.

Integração

Ligação entre equipamentos e dispositivos existentes, redes industriais e comunicação com supervisório.

Melhoria de processo

Adequação de máquinas já automatizadas — correção de lógica, redução de tempo de ciclo e tratamento de falha.

Comissionamento

Testes de aceitação em campo, ajuste fino e treinamento da operação e da manutenção.

Fora do escopo

Projeto mecânico de máquina, fabricação de estrutura e intervenção em média e alta tensão sob NR-10 SEP.

O que costuma dar errado. Automatizar processo instável só faz o defeito acontecer mais rápido. Se o ciclo ainda depende de ajuste manual constante, o primeiro trabalho é estabilizar — e isso a gente diz antes de vender projeto.

Próximo passo

Comece pelo processo, não pelo equipamento.

Levantamos o ciclo real da máquina, o que já existe de instrumentação e onde estão as perdas. O projeto de automação sai disso — com escopo fechado e critério de aceitação definido antes de começar.