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Sistemas supervisórios e
coleta de dados.

Produção que ninguém mede é produção que ninguém melhora. Coletamos o dado direto da máquina, guardamos com data e hora, e transformamos em indicador que sustenta decisão — não em painel bonito.

Coleta em campo · histórico · indicadores semanais


Role para avançar as etapas
Etapa 01 / 07

A produção que só existe no papel

Apontamento manual no fim do turno, parada anotada de memória e planilha consolidada na sexta. O número chega tarde demais para mudar qualquer coisa — e quase sempre chega errado.

Diagnóstico do apontamento
Etapa 02 / 07

Coleta direto na fonte

Sinal lido do próprio equipamento: contador de peça, estado de máquina, motivo de parada. Onde há CLP, aproveitamos o que já existe; onde não há, instrumentamos o mínimo necessário.

Sensor · CLP · sinal de campo
Etapa 03 / 07

Histórico com data e hora

Cada evento gravado com carimbo de tempo e guardado. É o histórico que permite comparar semanas, sustentar negociação com fornecedor e provar ganho depois de uma melhoria.

Base de dados com carimbo de tempo
Etapa 04 / 07

Produção visível por período

Volume por turno, por dia e por semana, na mesma régua. A primeira coisa que aparece costuma ser a diferença entre o que se acreditava produzir e o que de fato saiu.

Produção por turno e por dia
Etapa 05 / 07

Tendência, não fotografia

Um dia ruim é ruído. Sequência de dias ruins é problema. A leitura de tendência separa o incidente isolado da degradação real de desempenho.

Curva de eficiência
Etapa 06 / 07

Indicadores que a gestão usa

Disponibilidade, performance e qualidade calculados a partir do dado coletado — com a conta aberta, para que qualquer um possa auditar de onde saiu o número.

Indicadores auditáveis
Etapa 07 / 07

Desvio que avisa

Quando o indicador sai da faixa, o sistema sinaliza. O objetivo não é encher a tela de alarme, é chamar atenção para o que muda decisão — e registrar o que foi feito a respeito.

Alerta por faixa

Escopo

O que executamos nesta frente.

Levantamento

Definição do que medir, de onde tirar o sinal e com qual frequência — antes de especificar qualquer equipamento.

Coleta

Instrumentação complementar, leitura de CLP existente e concentração de sinais, com rede documentada.

Supervisório

Telas de monitoramento em tempo real de máquina e processo, com navegação pensada para quem opera.

Histórico

Armazenamento de eventos e produção com carimbo de tempo, e política de retenção definida em contrato.

Indicadores

Relatórios e indicadores semanais de produção e eficiência, com memória de cálculo aberta.

Fora do escopo

Integração com ERP e sistemas corporativos de terceiros, que exige escopo e responsabilidades próprios.

Um alerta sobre escopo. Supervisório com coleta e histórico é software, e software tem manutenção. Definimos desde o início quem hospeda, quem faz backup e quem responde por atualização — antes de ligar o primeiro sensor.

Próximo passo

Descubra quanto a parada realmente custa.

Começamos medindo uma linha. Em poucas semanas de histórico já aparece onde está a perda — e aí a decisão de investimento deixa de ser palpite.