A produção que só existe no papel
Apontamento manual no fim do turno, parada anotada de memória e planilha consolidada na sexta. O número chega tarde demais para mudar qualquer coisa — e quase sempre chega errado.
Diagnóstico do apontamentoProdução que ninguém mede é produção que ninguém melhora. Coletamos o dado direto da máquina, guardamos com data e hora, e transformamos em indicador que sustenta decisão — não em painel bonito.
Coleta em campo · histórico · indicadores semanais
Apontamento manual no fim do turno, parada anotada de memória e planilha consolidada na sexta. O número chega tarde demais para mudar qualquer coisa — e quase sempre chega errado.
Diagnóstico do apontamentoSinal lido do próprio equipamento: contador de peça, estado de máquina, motivo de parada. Onde há CLP, aproveitamos o que já existe; onde não há, instrumentamos o mínimo necessário.
Sensor · CLP · sinal de campoCada evento gravado com carimbo de tempo e guardado. É o histórico que permite comparar semanas, sustentar negociação com fornecedor e provar ganho depois de uma melhoria.
Base de dados com carimbo de tempoVolume por turno, por dia e por semana, na mesma régua. A primeira coisa que aparece costuma ser a diferença entre o que se acreditava produzir e o que de fato saiu.
Produção por turno e por diaUm dia ruim é ruído. Sequência de dias ruins é problema. A leitura de tendência separa o incidente isolado da degradação real de desempenho.
Curva de eficiênciaDisponibilidade, performance e qualidade calculados a partir do dado coletado — com a conta aberta, para que qualquer um possa auditar de onde saiu o número.
Indicadores auditáveisQuando o indicador sai da faixa, o sistema sinaliza. O objetivo não é encher a tela de alarme, é chamar atenção para o que muda decisão — e registrar o que foi feito a respeito.
Alerta por faixaDefinição do que medir, de onde tirar o sinal e com qual frequência — antes de especificar qualquer equipamento.
Instrumentação complementar, leitura de CLP existente e concentração de sinais, com rede documentada.
Telas de monitoramento em tempo real de máquina e processo, com navegação pensada para quem opera.
Armazenamento de eventos e produção com carimbo de tempo, e política de retenção definida em contrato.
Relatórios e indicadores semanais de produção e eficiência, com memória de cálculo aberta.
Integração com ERP e sistemas corporativos de terceiros, que exige escopo e responsabilidades próprios.
Um alerta sobre escopo. Supervisório com coleta e histórico é software, e software tem manutenção. Definimos desde o início quem hospeda, quem faz backup e quem responde por atualização — antes de ligar o primeiro sensor.
Começamos medindo uma linha. Em poucas semanas de histórico já aparece onde está a perda — e aí a decisão de investimento deixa de ser palpite.